estabeleceu-se em mim uma expressão idiomática. Uma daquelas fortes e boas, que grudam no linguajar.
Foi adquirida durante a viagem ao barraco do bombadão, em peruíbe, mais especificamente no primeiro dia, em que tive contato com seu eixo familiar. Parece que eu, inconscientemente, numa tentativa desesperada de me ajustar ao novo meio, me agarrei à essa gíria. Do diabo.
a minha mãe não gosta muito, tem lá suas razões. Meu irmão começa a se cansar da ladainha. Muitos compatriotas já foram contagiados, lembro em especial de um amigo violinista, que, debaixo de sua boina diz com gosto: Ô diabo.
sei lá, alguma hora isso passa.
estou começando a sustituir pelo indefectível 'Ah rapaz', muito presente no liguajar cafeicultor, dinal e triplo regral.
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4 comentários:
achei um blog. de agora em diante sou um "poucos".
nossa, tens canpés também seu joca?
pois, só é o que resta pr'eu me sentir em casa...
seu estilo literário reflete a atemosfera gerada dessa redoma de energia que emana do kyo.
(ahahahah, olha que esotérico)
ih, diabo.
incorporei também o clássico
"ah meu deus!" do xandy.
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